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	<title>Letra de Médico &#187; Leitor</title>
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	<description>Aqui todos se entendem!</description>
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		<title>Um Texto, Um Incentivo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 00:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe quando você está se sentindo desanimado, cansado de tanto estudar, com vontade de parar tudo e ter um tempinho para si? Estava mais ou menos assim quando algo aconteceu e mudou tudo! Recebi um scrap do Adolfo com um link para o seu blog, com uma matéria lindíssima, um texto-homenagem aos profissionais de saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sabe quando você está se sentindo desanimado, cansado de tanto estudar, com vontade de parar tudo e ter um tempinho para si? Estava mais ou menos assim quando algo aconteceu e mudou tudo! Recebi um scrap do Adolfo com um link para o seu <a title="grammaton.zip.net/" href="http://grammaton.zip.net/" target="_blank">blog</a>,  com uma matéria lindíssima, um texto-homenagem aos profissionais de saúde (médicos e enfermeiros).</p>
<p align="justify">Confira o início:</p>
<blockquote>
<p align="justify">Sabem&#8230; Tem momentos em que fico impressionado como uma pessoa, um simples ser humano, pode se dedicar com tanto afinco a uma vida que, superficialmente, lhe traz desconforto, cansaço e stress. Deixando de lado a minha profissão (sou professor) falo aqui a respeito de alguns profissionais os quais tenho uma admiração simplesmente profunda&#8230; Médicos e enfermeiros&#8230; É algo simplesmente incrível o que eles fazem por nós, mesmo que tenham de colocar suas vidas pessoais em completo e total segundo plano.</p>
</blockquote>
<p align="justify">Continue lendo em:</p>
<p align="justify"><a title="grammaton.zip.net" href="http://grammaton.zip.net/arch2007-03-25_2007-03-31.html" target="_blank">http://grammaton.zip.net/arch2007-03-25_2007-03-31.html</a></p>
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		<title>Leitor: Oito Dicas Para Fazer Uma Boa Visita no Hospital</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 18:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi escrito pelo leitor Gabriel Tonobohn e está publicado em seu blog, Oito Passos Para o Conhecimento. Agradecemos a colaboração e aproveitamos a oportunidade para informar a todos os visitantes que temos muito interesse em publicar seus artigos. Vale ressaltar que esse texto reflete apenas a opinião do leitor e não a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>O texto abaixo foi escrito pelo leitor Gabriel Tonobohn e está publicado em seu blog, <a title="Oito Passos Para o Conhecimento" href="http://oitopassos.com/2007/02/27/oito-dicas-para-fazer-uma-boa-visita-no-hospital/" target="_blank">Oito Passos Para o Conhecimento</a>. Agradecemos a colaboração e aproveitamos a oportunidade para informar a todos os visitantes que temos muito interesse em </em><a title="Contato" href="mailto:contato@letrademedico.com.br"><em>publicar seus artigos</em></a><em>. Vale ressaltar que esse texto reflete apenas a opinião do leitor e não a dos editores do site.</em></p>
<p align="justify">Quando um paciente está em recuperação, é muito importante a família ficar atenta às visitas. Temos que ter bom senso de entender que o paciente pode estar passando uma fase muito difícil, com problemas sérios, mesmo que não aparentes.</p>
<p align="justify">Portanto, é extremamente importante seguir as dicas abaixo:</p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><strong>Informe-se:</strong> Saiba antes como o paciente está, e porquê está lá. Se ele operou do estômago, não leve alimentos pesados. Se ele operou da vista, não leve uma palavra-cruzada. Se ele está com dores de cabeça, fale pouco e fale baixo.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Flores e outros presentes:</strong> Levar um agrado para o paciente é sempre bacana, mas antes procure se informar. Flores por exemplo, não são muito recomendadas. Em alguns hospitais os enfermeiros nem mesmo deixam as flores ficarem dentro do quarto do paciente, pois assim que começam a murchar, atraem mosquitos e outros insetos que podem incomodar o paciente a noite. Se for levar chocolate ou alguma outra guloseima, tenha certeza de que o paciente não tem restrições alimentares em algum dieta pós-operatória. Algum livro para ler ou alguma coisa para distrair pode ser um ótimo presente.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Seja breve:</strong> Lembre-se que você está visitando um paciente em recuperação e não fazendo uma festa. Não recomendo que a visita dure mais que 30 minutos. Lembre-se que ele precisa descansar. Muitos pacientes no pós-cirúrgico dormem feito bebês, várias vezes por dia. Isso pode acontecer por conta dos remédios ou porquê o corpo ainda está se recuperando.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Não conte histórias:</strong> Não fique contando histórias de quando seu tio fez uma cirurgia e morreu, ou da vizinha do seu amigo que tinha uma pinta nas costas e morreu de câncer de pele. Ninguém quer saber disso. Não conte histórias de tragédias. Se perceber que o paciente não está lá muito  paciente, não conte nada!</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Tenha respeito pelos outros:</strong> Lembre-se que seu familiar ou amigo não é o único no hospital. Não fale alto pois outros podem estar repousando. Feche a porta do quarto, pois ninguém precisa saber o que vocês estão conversando.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Você não é o médico:</strong> Não tente dizer o que o paciente deveria ou não deveria fazer ou tomar. Não interessa se você teve experiência semelhante ou não, pois cada caso é um caso, e só o médico pode saber o que fazer. Afinal, ele estudou anos para isso.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Não chore as pitanga:</strong> Não chore antes, durante, nem depois. Nem por alegria, e pelo amor de Santo Expedito, muito menos por tristeza. Isso não pode de jeito maneira ajudar o paciente em nada. Como dito antes, não conte casos passados e não fique falando que a unha encravada no dedão do seu pé é terrível.</p>
</li>
<li>
<p align="justify"><strong>Seja positivo:</strong> Depois de falar tanto o que você não deve fazer, aqui vai um pouco do que fazer… Não precisa ficar repetindo “Vai dar tudo certo”, pois pode surtir o efeito contrário, como se você estivesse lamentando alguma coisa que nem aconteceu. Diga algo positivo, faça uma piada, pergunte como o paciente está e se ele precisa de alguma coisa. Seja simpático com os enfermeiros e auxiliares, pois eles que cuidarão do seu parente e/ou amigo. Se você não é religioso, sem problemas, apenas mande uma boa vibração para o enfermo. Boas energias ajudam na recuperação, e uma família unida e antenada no problema é fundamental.</p>
</li>
</ul>
<p align="justify">Seguindo essas dicas, a recuperação será muito mais tranqüila e rápida. Uso o bom senso e lembre-se sempre que o centro das atenções não é você e sim o paciente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Leitor: Letra de Médico</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Feb 2007 15:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi escrito pela leitora Mariana Drechmer. Agradecemos a colaboração e aproveitamos a oportunidade para informar a todos os visitantes que temos muito interesse em publicar seus artigos. Vale ressaltar que esse texto reflete apenas a opinião da leitora e não a dos editores do site. Ao descobrir esse blog, e após ler os poucos textos que já o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>O texto abaixo foi escrito pela leitora Mariana Drechmer. Agradecemos a colaboração e aproveitamos a oportunidade para informar a todos os visitantes que temos muito interesse em </em><a title="Contato" href="mailto:contato@letrademedico.com.br"><em>publicar seus artigos</em></a><em>. Vale ressaltar que esse texto reflete apenas a opinião da leitora e não a dos editores do site.</em></p>
<p align="justify">Ao descobrir esse blog, e após ler os poucos textos que já o compõem, comecei a pensar no título “Letra de Médico”, com o adendo “- aqui todos se entendem”. Passei a refletir no porquê de os médicos serem famosos por sua caligrafia, que de cali (correto) não tem nada! E aí vai uma consideração aos farmacêuticos e balconistas de farmácia, que se desdobram para desvendar o mistério da receita médica.</p>
<p align="justify">Tudo na vida tem um porquê. E o que não tem, com certeza um dia terá. Por que os médicos escrevem em códigos?</p>
<p align="justify">A primeira hipótese que me vem à mente é a falta de tempo. Façamos a imagem: segunda-feira, 8h, pronto-socorro lotado, cheio de entorses de tornozelo e contusões lombares, cefaléias lancinantes e atestadites agudas. Número de médicos no local: 2. Número de pacientes por hora por médico: 30. Realmente não me parece viável escrever “Tome por via oral 1 comprimido 2 vezes ao dia”. Muito mais rápido seria: “Tome v.o. 1cp 2x/dia”, e, é claro, com uma grafia em que se leria qualquer coisa que parecesse mais agradável que tomar remédio.</p>
<p align="justify">Alguns até dizem que a grafia médica é aprendida antes dos estágios, nas famosas aulas de 2h30 de duração, com professores logorréicos e com vontade de esgotar o assunto que demoraram anos para compreender. Numa tentativa desesperadora de fazer valer a aula, e até por saber que pelo livro não vai dar pra estudar mesmo, as canetas correm nos cadernos, alucinadas. Às vésperas da prova, o caderno vira um belíssimo criptograma, cuja decifragem passa a ser objetivo de todos.</p>
<p align="justify">Recordo-me agora de um amigo, psicólogo, que me deu uma resposta coerente à minha pergunta. Segundo ele, nós sentimos insegurança. Temos medo de sermos julgados pelas nossas condutas. Quando se é claro, corre-se o risco de se ser excessivamente claro. E a partir daí, há espaço para argumentos em cima da decisão do “Dr. Médico”. Amigos, não é perigoso quando entendem aquilo que falamos? Porque, dessa forma, além de decidirmos a conduta, teremos que ter argumentos que a justifiquem! Significa que teremos que estudar mais, que nos aprimorar mais, e dessa vez não mais pensando no dinheiro ou no título.</p>
<p align="justify">Poderemos racionalizar agora. E é isso que a maioria dos médicos faz. Racionalizar. Negar. Somos os donos da verdade, e se não somos, um dia seremos. Na verdade, podemos não o ser na frente do professor-doutor, mas na frente do técnico de enfermagem&#8230; “Afinal, é muito fácil julgar-nos, não é mesmo? E as condições em que trabalhamos? E a pressão que sofremos, desde o dia em que decidimos prestar vestibular? E a autoconfiança que nos cobram? E a concorrência, então! Bom, no fundo essas pessoas que emitem essas opiniões queriam todas ser médicos. E o ato médico, dessa forma&#8230;”</p>
<p align="justify">Justificativas. Racionalizações. Se, entretanto, considerarmos que existe a possibilidade de o psicólogo estar certo, teremos substrato para fazer uma auto-análise – análise do ego, e análise da classe médica. Análise do que concordamos e daquilo que nos gera mal-estar. Análise do que queremos, e do que querem de nós. Análise do que consideramos cali, do que consideramos correto. A análise pode começar com a própria grafia.</p>
<p align="justify">Que médico você quer ser? Que médico você admira?</p>
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